quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Polícia de Cajazeiras deflagra Mega Operação e desarticula quadrilha especializada com atuação em vários estados


A polícia disse que a ação era articulada e geralmente escolhiam suas vítimas se valendo dos produtos expostos nas vitrines.
Autor: Redação do Portal
A Polícia Civill através do Grupo Tático Especial de Cajazeiras e de Solânea, na Paraíba, desencadeou nesta quarta-feira (7), a “Operação Vitrine”, com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em furtos qualificados, incluindo joalherias, lojas de confecções e lojas de eletroeletrônicos, com atuação em vários estados do Nordeste. A operação foi comando do Delegado Seccional de Cajazeiras George Wellington Júnior.

Segundo informações preliminares, esta quadrilha é remanescente do mesmo grupo criminoso que foi responsável por um furto milionário no Estado do Pará, e o furto mais recente teria ocorrido em Cajazeiras.

A polícia informou que a ação do grupo era articulada e geralmente escolhiam suas vítimas se valendo dos produtos expostos nas vitrines das lojas e geralmente atuavam na calada da noite de modo a dificultar a ação policial, assim como também a linha de investigação.

A quadrilha em uma de suas últimas ações teve como alvo várias lojas da cidade de Cajazeiras e que em um dos furtos utilizaram um veículo VW/Voyage de cor Branca. A polícia civil de Cajazeiras já vinha catalogando algumas imagens das ações, e assim compartimentado com outras esferas policiais com o intuito de identificar os acusados, o que foi confirmado quando foi feito a comparação de uma imagem de um dos criminosos, e a partir dele foi possível chegar na sua esposa, além da sua cunhada e da genitora do primeiro identificado, como sendo a proprietária do veículo utilizado no crime.

Nesta quarta, foram dados vários cumprimentos de Mandados de Busca e Apreensão e Prisão contra os acusados nas cidades de Campina Grande e Baía da Traição. Nos locais de busca e apreensão foram encontrados diversos produtos oriundos das ações criminosas, muitos desses produtos ainda encontravam-se com as etiquetas identificadoras das lojas furtadas.

Fonte: Diário do Sertão